Depoimentos

“Em dois anos eu já vim aqui 12 vezes. Essa é a primeira volta depois do transplante. É muito difícil eu vir me consultar e ter que voltar tantas vezes. Eu fiz o transplante dia 9 de maio de 2015. É complicado porque eu moro há quase 400 km de São Luiz. Nesses dois meses que passei lá agora eu recebi a medicação que a ACEPHET enviou e achei uma grande vantagem. Eu sei que pode ter esses remédios em São Luiz, mas só pra chegar na capital eu gasto 140 reais fora a comida, e ainda tem a canseira de andar de carro. O apoio da Associação é mais do que importante é maravilhoso. Eu conheci o seu Wilter assim que comecei a vir pra cá, e toda vez que eu chegava ele sempre procurava saber como eu estava, me passar alguma informação. A gente olha pra ele e fica mais esperançoso, a gente olha ele e vê que ele teve a possibilidade de ser transplantado, por Deus ele alcançou, então isso dá força pra qualquer um.”

José Gonçalves, maranhense, ACNI,
55 anos – tem dois filhos, Lago da Pedra no Maranhão.

“A luta para conseguir essa nova vida foi muito árdua e a Associação em si e o seu Wilter prestam um trabalho valoroso. Ele nos dá a palavra amiga de quem passou pelo problema, o exemplo de vida de quem ainda hoje está aqui na luta, como nós também estamos. Eu, pessoalmente, sempre participo das campanhas promovidas pela ACEPHET, às vezes também dou palestras, levo a mãe da minha doadora a quem eu tive o maior prazer de conhecer, e a gente sempre está presente. Só tenho que agradecer, acima de tudo Deus, a equipe de médicos do transplante, e na sequência do tratamento o trabalho desenvolvido pela Associação que é muito bem feito.”

Francisco Epitácio Cavalcante, cearense, funcionário público,
transplantado há 6 anos.

“ O seu Wilter presidente da Associação tem muita informação pra nos dar. Além disso, eu moro no interior, não venho todo mês, então ele recebe meu remédio e eu venho aqui e pego com ele, quando eu não consigo vir, ele me manda por Sedex e isso tem feito um bem enorme pra gente. Seria muito ruim se não existisse a Associação, porque a pessoa que mora no interior não teria como pegar essa medicação todo mês, só de você ter alguém que pegue esse remédio pra nos mandar já é muita coisa, já é uma ajuda boa.”

Carlos Augusto Garcia Alencar, cearense, Médico,
mora em Icó, transplantado há 3 anos.